de certa maneira que nem todos nos deixamos envolver
e nem a todos toca a filosofia do relógio
esta ultima que não é mais do que pensar um relógio com vida
na verdade, reconhecer-lhe a concepção de algo mais do que o tique-taque
e assim,
tê-lo no pulso, dá-nos uma certa teimosia em dar-lhe atenção
como se os minutos nos apontassem o dedo com o seu ponteiro
e quem se envolve a ponto de o querer acompanhar
só tem uma forma de o querer, à distância
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